TA Viagem - Rivera - Uruguay

Mais uma vez em Rivera, mas dessa vez numa viagem diferente. Acompanhado de grandes amigos, em excursão de compras.

Jô, eu, Maria, Roberto - nos gelando na divisa

Fiquei sabendo da excursão alguns dias antes da sua saída no dia 13.09 e me empolguei na hora. Principalmente porque iriam também a Jô, a Maria e o Roberto, amigos das farras aqui em Lavras. Saímos daqui numa madrugada muito fria, as 5 horas da manhã... e incrivelmente havia pessoas sentadas no banco da praça... apenas sentadas, sem fazer nada! A viagem de cerca de 4 horas foi tranquila, mesmo com vários quilômetros percorridos em estrada de terra, até Bagé. Foi aquela coisa, conversas no começo, o sono pegando debaixo do edredon no meio e a vontade de chegar logo, após a parada pro café em um posto de combustíveis em Dom Pedrito. O pessoal da excursão foi pensando nas compras, equanto eu fui pra passear mesmo, já que não tinha muita grana! Procurei aproveitar a companhia, andar por ruas que ainda não conhecia. O clima estava ameno, com sol e isso foi ainda melhor.


Pela manhã ficamos andando pelas lojas da Avenida Sarandi, a principal rua comercial do local, onde encontram-se os free shops mais famosos, outros nem tanto. Pesquisamos preços, demos ótimas risadas em lojas de gosto duvidoso... e fomos almoçar em uma churrascaria.
Nas ruas, fotos, muitas fotos para os amigos que não foram morrerem de inveja!
Para as compras, a época não foi boa, pois o dólar estava com um preço meio alto, e lá a maioria das lojas utiliza esta cotação - rapidamente convertida para real ou peso uruguaio. Acabei por fazer compras no camelô mesmo, que localiza-se bem no início da Sarandi. Alguns DVDs piratas (cinco por dez reais) e panos de prato. Mais tarde, numa rua da qual não lembro o nome, mas chamada de Rua das queijarias - por possuir casas especializadas em queijos e vinhos, comprei um balde de doce de leite Conaprole, delicioso, de 3 kg. O pessoal ainda fez algumas compras como jarra térmica, mp5, brinquedo e maquina de sucos. Outros ficaram nas bebidas, muito trazida para revenda no Brasil.
Cassino e Teatro Municipal

Foi muito divertido, os sustos em vendedoras, né Jô... a cigana lendo minha mão... o edredon pobrinho da Mazé... e o Betão que incrivelmente não se apresentou desta vez, que eu tenha visto. O único ponto fraco foi o grande número de pedintes, crianças ou de falsas instituições de caridade, ou ainda ciganas terroristas que vendiam meias.
Com relação a tenda de informações turísticas, achei as atendentes bem despreparadas, tendo que buscar iformações simples nos folders da cidade, os quais leria de quelquer forma. Se for para conhecer, a melhor maneira é de carro uma vez que os pontos bonitos da cidade, exceto praças e morro com vista geral, ficam meio longe do centro. O mais próximo fica a sete qilômetros dali.
Na saída de Santana do Livramento, fomos parados pela Receita Federal, em busca de importações acima do limite de 300 dólares não declaradas. Ficamos parados algum tempo, apenas observando as mercadorias que eram retiradas de outro ônibus. E era muita coisa. Pensávamos em como esconder as mercadorias fora da lei que trazíamos... mas felizmente fomos liberados, afinal os funcionários da Receita já estavam satisfeitos e felizes.

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