TA Viagem - Cataratas do Iguaçu (parte 2)

Parque Nacional do Iguaçu


Depois de conhecer a Usina de Itaipu (post anterior), no dia seguinte, feriado, fui às esperadas Cataratas do Iguaçu. Desta vez preferi ir de ônibus coletivo mesmo, ao invés de contratar o transporte com a agência do hotel (de coletivo: R$4,20; com agência: R$35,00). Ir de coletivo é muito fácil, visto que saem bem do centro da cidade e param bem em frente ao Parque... além disso há vários horários, o que diminui o tempo de espera na parada. O ingresso ao parque custava R$22,00.

Mesmo na entrada a estrutura é grande, e o fluxo de pessoas também era enorme. Pelas dmensões do parque, é oferecido transporte por ônibus, até o acesso às principais atrações, e ao acesso às cataratas. O ônibus, aliás, é bem estiloso, com dois andares, sendo o andar superior coberto, mas com as laterais abertos, sendo muito mais requisitado! Há explicações em português, inglês e espanhol pelo sistema de som do veículo, mas não dá pra escutar muito bem.

O passeio, após o desembarque do ônibus, exige um pouco de preparo físico, e pede bastante caminhada. Nada que mate no cansaço, tanto que a terceira idade estava em peso no dia em que fui. Os turistas chegam a ser um problema em alguns momentos (!), pois cobrem toda a vista das cachoeiras em busca das melhores fotos, ou seja, tenha muita calma por lá, aguarde os grupos se dissiparem antes de aproveitar toda a beleza. As trilhas são todas calçadas, ou com passarelas metálicas, com corrimão e segurança compatíveis. Durante o trajeto há, inclusive, pontos com venda de bebidas, lancherias. No final do percurso, que é em descendente, há elevador para retornar-se ao nível das vias onde passa o ônibus e um restaurante com mirantes, bem próximo das quedas. Pra quem tiver uma grana extra, dentro do parqe há o Hotel das Cataratas!

O púbico no parque é composto basicamente de brasileiros (mineiros, paulistas e gaúchos em destaque) e argentinos. Conversei com pouquíssimas pessoas de outros países.

O Parque Nacional do Iguaçu proporcionaram-me experências únicas de contato com a natureza. Um dos lugares mais lindos que já vi. A cada clareira na mata, que revelava as quedas, era um novo cartão postal que aparecia... e eu ajudava a compor as cenas.

Um lugar belíssimo e que todos os brasileiros deveriam conhecer pessoalmente.

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